Fotos Avulsas.

Trolebus (ônibus elétrico)



Papa



Varal



Casa do Danilo (aonde estamos)





Viña

Viña

Viña


Viña


Viña


Ônibus


Estaçao Central em Santiago


Estrada para Viña


Estrada para Viña


Estrada para Viña


Estrada para Viña

Em Santiago / Rumo: Viña.

Primeiramente, saudaçoes rubro-negras ao Henrique, novo leitor (como se tivesse tantos, ein). Pra começo de conversa, preciso dar as devidas apresentaçoes ao companheiro da primeira foto do post anterior, o Patrício. Como eu estive doente (com tempo para postar algo), meu pai foi fazer um reconhecimento da área na bicicleta. Enquanto estava "sacando una foto" na ponte que corta o Mapocho, veio da outra extremidade da ponte um cara puxando sua mala, passou, desejou feliz natal (isso foi dia 24, lá pelas 7 da tarde). Voltou e perguntou se era "brasileño". Logo a quem? E começaram a conversar, ele contou que tinha acabado o noivado e saíra de casa com mala tudo. E o pior é que realmente levava tudo: roupas, copos, talheres, vinhos, até lentilha em conserva ele trouxe consigo! Chegaram em casa, tomamos o vinho (muito bom por sinal, esqueci o nome, nao tem no Brasil), falamos besteira, ouvimos Los Jaivas (banda de rock progressivo chilena, mistura com musica andina, espetacular). Fomos comer algo de madrugada, ele dormiu no sofá e pela manha (lê-se manham, ainda sem o "til") foi embora. Dia 25 foi relaxamento. Dia 26 foi, digamos asssim, diferente. Tínhamos a passagem de ônibus para Viña del Mar marcada teoricamente para 13:25. Entao de manha fomos dar uma passada em uma das casas de Pablo Neruda (la Chascona), que é muito linda ! Inicialmente a casa era um refúgio para ele e sua amante, porém se tornou oficial depois que ele se separou. Era proibido tirar fotos lá dentro, mas...


Uma das salas. No centro, o sofá do qual saiu carregado o seu caixao

Embaixo de uma das muitas escadas

Lá dentro, havia o guia e os outros turistas, certo? Sim, mas sempre tem aquelas coincidencias. E haviam 2 casais, 1 chileno e 1 brasileiro (na realidade, uma brasileira e seu marido chileno, mas ambos moram no Brasil). E conversamos, e conversamos, e fomos tomar uma cerveja (que aqui só se vende em garrafa de 1 litro. Isso mesmo, cerva de 1 litro!). E isso foi tao estranho, tanta coincidencia mas pareceu planejado, porque quando decidimos perder o onibus, percebemos que venderam as passagens com a data errada, nem se quiséssemos seria possível ir pra Viña! Entao continuemos, oras! De lá fomos comer, depois passamos no nosso apartamento, pegamos gaita, violao, pandeiro e rumamos para o metrô. Chegamos na casa em que eles estavam (um bairro meio distante do nosso, chamado Macul), fizemos churrasco, comemos feijao com farofa, tudo que brasileiro tem direito! Dormimos por lá mesmo.
Jaime, Mônica, Leo e Andrei
Icléia e Alexei
Já no outro dia, fomos em lojas de musica, de cd, de presentes, de tudo que leva o seu dinheiro embora. E realmente levou, foram cd's, vinis, pickup, instrumentos, etc.
Entao trocamos a passagem, hoje de manha nos despedimos dos mais novos amigos e viemos para Viña. A estadra que o ônibus pegou é muito bonita, uma hora voce está no deserto, outra voce está no meio da floresta, e sempre tem curiosos mini-altares na beira da estrada, nao importa se no meio da areia ou na folhagem seca (tem fotos, mas ainda estao no celular).
Que Leo, hombre!

Fotos Avulsas.

Um duende nos atende na noite de natal



Risos



Residência universitaria


Fotos Avulsas.

sem legenda



Organijero


Circulo de percussao


Velhinho capitalista


Terminal de ônibus de Santiago


Canteiro na Av. Providência


Oi, quer Tang?


Mirando


Mordendo

Rumo: Santiago.

Saimos ontem do Rio, atrasados como sempre, passamos na urca pra tirar aquelas (essas) fotos clichês:




Atrasamos, chegamos no terminal errado, quase que nao embarcamos, pois apesar de ser emancipado, ainda tenho 17 anos. Logo, tivemos que gastar muita saliva para convencer o fiscal de que eu nao estava viajando obrigado. Ate ai, tudo certo (estou sem acentos), mas na conexao em Sao Paulo, a coisa ficou tensa, porque a "competente" funcionaria da Gol deu umas pequenas informaçoes erradas, mas enfim, chegamos para embarcar e a porta do aviao ja estava fechada. Sorte que o comandante era flamenguista! Ja no vôo, pude ver uma das coisas mais bonitas que passarao pelos meus olhos: A cordilheira dos Andes, vista do aviao. Uma coisa que, sem querer parecer propaganda de cartao de credito, nao tem preço. Alias, nem preço nem foto, ja que o celular estava descarregado.

Mas viemos pra um bairro muito simpatico que se eu nao me engano, chama Providência. Lembra um pouco a Urca no Rio.


O dia foi proveitoso, entretanto fiquei doente hoje. Tem algo conspirando contra nos, mas ficaremos ate sexta por aqui, depois provavelmente Viña, Concepciòn, Pucòn, Valdìvia, Puntarenas, etc.

Apesar das saudades e de nao poder ajudar, esta sendo otimo...

Feliz Natal a todos os que lerem antes da meia noite!

O Rio de Janeiro continua lindo.

Como de costume, atraso de quase 2 horas no vôo de Recife ao Rio. Normal, normal. Apesar daquele choque da vista aérea - "pooorra, quanta favela" - o céu da cidade é insuperável, principalmente por aquele nublado tao agradável e aconchegante. Apesar da qualidade das fotos não estar muito boa (camera de celular), dá pra ter alguma idéia.

Humaitá

Vista da Lagoa, com direito a árvore de natal ao fundo



Tia Margarida, Luiz Felipe e Tio Luiz na colação de grau de outro primo (Luiz Henrique)

Mochilão.

Como era de se notar, o vestibular tomou o tempo em que coisas interessantes podiam ter sido escritas, e agora vem a viagem. Amanha (ou hoje, depende de quando vão ler isso) estarei indo para o Chile, e tentarei deixar o blog como um "Diário de Bordo" (isso nas paradas em que conseguir contato com internet). Portanto, tentarei manter contato diário através do blog e do Orkut. A todos um ótimo final de ano!



(Pucón, Chile)